Domingo, 18 de Abril de 2004

A culpa é da Grilinha!!

grilo.gif


As minhas filhas querem que eu escreva sobre elas...andaram feitas cuscas no blog da Grilinha e agora quem se vê metida numa camisa de onze varas sou eu!


Logo agora que ando com tão pouca imaginação!! (há quem lhe chame preguiça mas eu não tenho essas coisas tão pouco chiques!)


Definitivamente...a culpa é da Grilinha!! 


 

publicado por xanubina às 17:00
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Sábado, 17 de Abril de 2004

Máscaras

espelho-blogg.jpg

Luis Pais
publicado por xanubina às 04:22
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A Banda

Estava à toa na vida
O meu amor me chamou
Pra ver a banda passar
Cantando coisas de amor

A minha gente sofrida
Despediu-se da dor
Pra ver a banda passar
Cantando coisas de amor

O homem sério que contava dinheiro parou
O faroleiro que contava vantagem parou
A namorada que contava as estrelas parou
Para ver, ouvir e dar passagem

A moça triste que vivia calada sorriu
A rosa triste que vivia fechada se abriu
E a meninada toda se assanhou
Pra ver a banda passar
Cantando coisas de amor

O velho fraco se esqueceu do cansaço e pensou
Que ainda era moço pra sair no terraço e dançou
A moça feia debruçou na janela
Pensando que a banda tocava pra ela

A marcha alegre se espalhou na avenida e insistiu
A lua cheia que vivia escondida surgiu
Minha cidade toda se enfeitou
Pra ver a banda passar cantando coisas de amor

Mas para meu desencanto
O que era doce acabou
Tudo tomou seu lugar
Depois que a banda passou

E cada qual no seu canto
Em cada canto uma dor
Depois da banda passar
Cantando coisas de amor





gsolo_01.jpg
publicado por xanubina às 04:11
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João e Maria

Agora eu era o herói
E o meu cavalo só falava inglês
A noiva do cowboy
Era você
Além das outras três
Eu enfrentava os batalhões
Os alemães e seus canhões
Guardava o meu bodoque
E ensaiava um rock
Para as matinês

Agora eu era o rei
Era o bedel e era também juiz
E pela minha lei
A gente era obrigada a ser feliz
E você era a princesa
Que eu fiz coroar
E era tão linda de se admirar
Que andava nua pelo meu país

Não, não fuja não
Finja que agora eu era o seu brinquedo
Eu era o seu pião
O seu bicho preferido
Sim, me dê a mão
A gente agora já não tinha medo
No tempo da maldade
Acho que a gente nem tinha nascido

Agora era fatal
Que o faz-de-conta terminasse assim
Pra lá deste quintal
Era uma noite que não tem mais fim
Pois você sumiu no mundo
Sem me avisar
E agora eu era um louco a perguntar
O que é que a vida vai fazer de mim





img_obra.jpg


 


Esta música...

publicado por xanubina às 04:08
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Sexta-feira, 16 de Abril de 2004

Filtro Triplo


Na Grécia Antiga, Sócrates detinha uma alta reputação e era muito estimado


pelo seu elevado conhecimento. Um dia, um conhecido do grande


 filósofo aproximou-se dele e disse:


-Sócrates, sabes o que eu acabei de ouvir acerca de um amigo teu?


 


-Espera um minuto- respondeu Sócrates- Antes que me digas alguma


coisa, gostaria de te fazer um teste. Chama-se o "Teste do Filtro Triplo."


 -Filtro Triplo?


 -Sim- continuou Sócrates-Antes que me fales do meu amigo talvez


 fosse uma boa ideia parar um momento e filtrar aquilo que vais dizer.


 Por isso é que eu lhe chamei o Filtro Triplo.


 E continuou:


 -O  primeiro filtro é VERDADE. Tens a certeza absoluta de que aquilo que me vais dizer é  perfeitamente verdadeiro?


 -Não- disse o homem -o que acontece é que eu ouvi dizer que...


 


 -Então-diz Sócrates- não sabes se é verdade. Passemos ao segundo filtro, que é a BONDADE. O que me vais dizer sobre o meu amigo é bom?


 -Não, muito pelo contrário...


 -Então-continuou Sócrates -Queres dizer-me algo mau sobre ele e ainda por cima nem sabes se é ou não verdadeiro. Mas, bem, pode ser que ainda passes o terceiro filtro. O último filtro é UTILIDADE.


 -O que me vais dizer sobre o meu amigo será útil para mim?


 -Não, acho que não...


 -Bem- concluiu Sócrates- se o que me dirás não é nem bom, nem útil e  muito menos sabes se é verdadeiro, para quê dizeres-me?"


 


 


 


Recebi este texto por email. Não sei o seu autor, mas gostei da mensagem.


publicado por xanubina às 18:00
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Sem título

Quadros1_2002-10-25 18-55-13.JPG
publicado por xanubina às 02:20
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Alentejo

Quadros1_2002-10-25 18-55-01.JPG
publicado por xanubina às 02:18
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O meu hobby


Gosto muito de pintura...


 



publicado por xanubina às 02:01
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Quinta-feira, 15 de Abril de 2004

Faz de conta


É indiscutível que somos animais de hábitos.
Na minha memória está tão arreigado o hábito de aliar ao som da chinfrineira dos altifalantes a promessa da visita do Circo, que antes de tomar consciência do que nos querem impingir, em altos berros, os carros de propaganda que, de rua em rua, de beco em beco, de porta em porta nos “vendem o seu peixe”, antes disso, frente ao despropósito do alarido, canta- -me no coração a lembrança das alegrias e deslumbramentos que os espectáculos circenses com a bicharada, os palhaços ricos que me intimidavam, e os pobres cujas desastradas proezas me fascinavam, sempre me ofereciam nos meus tempos de criança...
Assim que , só depois da íntima evocação, venha o acordar de consciência que nos faz descobrir a origem dos sons, identificar o assunto, pensar e fazer conjecturas...
Segue-se, então o encolher de ombros, o sorriso, o esquecimento ou o despertar de algum interesse.
Ainda há bem pouco tempo foi assim.
Logo, logo, todo aquele carnaval foi caindo em cesto roto, mas a insistência frenética, a pouco e pouco, aguçou a curiosidade e, vá de tentar, cada qual, entender a causa da barafunda, que, se não fora o “pregão”, para a maior parte passaria em brancas nuvens.
Uma vez postos, quase à força, na peugada dos vestígios, todos pensam de acordo com os ditames da sua cachimónia, e, como é lógico, dos factos e pessoas que conhecem!
Fica-se alerta e ouvem-se nas rádios os “edificantes” improvisos.
Pois é!
Mas, paremos por aqui.
Quem recorda os velhos Circos da sua infância, fatalmente recorda fábulas e contos.
Lindas algumas. Horripilantes outras.
Terrífica a fala do lobo que arreganhando a voraz dentuça, disse ao cordeiro: - se não foste tu que sujaste a minha água, foi o teu pai que é mais velho.
E fez imperar, um silêncio de morte.
Daí que, faz de conta, que nada aconteceu.
Vitória, vitória, acabou-se a história!
E, a esta hora todos lá estão comendo pão com melão e deram-me um prato de lentilhas que à luz do sol se transformaram em mentiras.
Alvíssaras para mim que este conto chegou ao seu fim!



Maria José Rijo



 
publicado por xanubina às 03:18
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Quarta-feira, 14 de Abril de 2004

Tenho que ir ao bruxo...

editorial_din175.jpg
...ando numa maré de azar...tudo me tem acontecido!
publicado por xanubina às 01:12
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